higiene ocupacional, higiene do trabalho

Higiene ocupacional na saúde



A Higiene do Trabalho ou Higiene Ocupacional na saúde atua visando a prevenção da doença ocupacional, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e o controle dos agentes ambientais.

Em uma forma mais ampla, é o conjunto de medidas preventivas para proteger o trabalhador que se originam do trabalho; a eliminação dos agentes nocivos em relação ao trabalhador constitui o objeto principal da higiene ocupacional.

As medidas são sempre voltadas para o reconhecimento, a avaliação e o controle dos fatores ambientais e tensões originados do, ou, no local de trabalho que possam causar doença, comprometimento da saúde (veja mais no artigo Definição de saúde) e do bem-estar ou significativo desconforto e ineficiência entre os trabalhadores.

Além disso, uma das atividades da higiene do trabalho é a análise ergonômica do ambiente de trabalho.

Não apenas para identificar fatores que possam prejudicar a saúde do trabalhador e no pagamento de adicional de insalubridade/periculosidade, mas para eliminação ou controle desses riscos e para a redução da falta por motivos de doença (veja mais no artigo Definição de doença).

A capacidade analítica desenvolvida nesse esforço permite ir além, na forma de identificação e proposição de mudanças no ambiente e organização do trabalho que geraria aumento da produtividade, e da motivação e satisfação do trabalhador que resultaria na redução de outros tipos de absenteísmo que não relacionado às doenças.

Algumas medidas preventivas:

  • • Auditorias de Higiene do Trabalho
  • • Acompanhamento Técnico
  • • Avaliações Qualitativas e Quantitativas dos Riscos Ambientais

Reconheça os riscos na higiene ocupacional

higiene ocupacional, higiene do trabalho

Físicos (formas de energia perceptíveis ao sentido humano)

  • • Temperatura (calor e frio)
  • • Ruídos
  • • Vibrações
  • • Radiações Ionizantes e Não Ionizantes
  • • Umidade
  • • Pressões anormais

Químicos (substâncias químicas que estão presentes no ambiente são classificados em gases, vapores e aerodispersóides; podemos entender os agentes químicos como todas as substâncias puras, compostos ou produtos (misturas) que podem entrar em contato com o organismo por uma multiplicidade de vias, expondo o servidor):

  • • Poeiras
  • • Vapores
  • • Gases
  • • Névoas
  • • Neblinas
  • • Fumo
  • • Fibras

Biológicos (são os agentes que se apresentam na forma de microrganismos e parasitas infecciosos vivos e suas toxinas, que podem penetrar no corpo humano através da pele, mucosas, por ingestão ou por via respiratória; agentes estes que os servidores estão de forma habitual ou permanente em contato):

  • • Bactérias
  • • Fungos
  • • Parasitas
  • • Bacilos
  • • Protozoários
  • • Vírus
  • • Etc

Ergonômicos (Agentes ergonômicos são os que fazem a relação direta homem x postos de trabalho e  que possam interferir negativamente nos trabalhadores.)

  • • Esforço físico intenso
  • • Levantamento e transporte manual de peso
  • • Exigência de postura inadequada
  • • Controle rígido de produtividade
  • • Imposição de ritmos excessivos
  • • Jornadas de trabalho prolongadas
  • • Monotonia e repetitividade
  • • Etc

Acidentes (Situações da estrutura física que influenciam na ocorrência e/ou que poderão contribuir.)

  • •Arranjo físico inadequado
  • •Máquinas e equipamentos sem proteção
  • •Ferramentas inadequadas ou defeituosas
  • •Iluminação inadequada
  • •Eletricidade
  • •Probabilidade de incêndio ou explosão
  • • Armazenamento inadequado
  • •Animais peçonhentos

Mecânico ( estudos têm demonstrado os acidentes de natureza mecânica que ocorrem com pacientes (escorregões e quedas quando tentam fazer uso de sanitários e durante o banho), quando se movimentam em macas cujo centro de gravidade foi inadequadamente dimensionado e mesmo com funcionários que, na tentativa de movimentar ou posicionar pacientes, passam a sofrer de problemas relativos à coluna vertebral. )

Um deles mostra que, nos EUA 10% das ações legais que representaram custos para os hospitais, durante um período de 3 anos (1975 a 1978), envolveram quedas. Outro estudo mostrou que, de 875 reivindicações por parte de pacientes, durante um período de 4,5 anos, 20% foram devidas a quedas e escorregões. Há ainda os casos de crianças lesadas por ficarem presas às grades de berços ou sofrerem quedas de incubadoras. Outros casos descrevem quedas de monitores fisiológicos sobre pacientes acamados, lesões associadas a procedimentos de anestesia, como quebra de dentes e cordas vocais durante a intubação de pacientes



O que diz na lei?

higiene ocupacional, higiene do trabalho

Segundo a lei LEI Nº 6.514, DE 22 DE DEZEMBRO DE 1977, citamos os artigos 157 e 158

Cabe às empresas:
I – Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
II – Instruir empregados, através de ordens de serviço, quanto às preocupações a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
III – Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
IV – Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

Cabe aos empregados:
I – observar as normas de segurança e medicina do trabalho, inclusive as instruções de que trata o item II do artigo anterior;
II – colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste Capítulo.
Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada:
a) à observância das instruções expedidas pelo empregador na forma do item II do artigo anterior;
b) ao uso dos equipamentos de proteção individual fornecidos pela empresa. (BRASIL, 1997)

Entre as finalidades da higiene do trabalho, destacam-se:

  • • Eliminação das causas das doenças
  • • Redução dos efeitos prejudiciais provocados pelo trabalho em pessoas doentes ou portadoras de defeitos físicos
  • • Prevenção do agravamento de doenças e de lesões
  • • Manutenção da saúde dos trabalhadores e aumento da produtividade por meio de controle do ambiente de trabalho
  • • A higiene do trabalho refere-se a um conjunto de normas e procedimentos que visa à proteção da integridade física e mental do trabalhador, preservando-o dos riscos de saúde inerentes às tarefas do cargo e ao ambiente físico onde são executadas. (CHIAVENATO, 1995, p. 425).

Verdadeiras epidemias silenciosas

As doenças ocupacionais, que constituem uma das grandes “epidemias silenciosas”, incapacitam e matam trabalhadores, a cada dia, em todo o mundo, muitas vezes de maneira insidiosa e sem que o nexo causal seja estabelecido, por razões que incluem falta de atendimento médico, diagnósticos incorretos e, em alguns casos, períodos de latência muito longos.

Problemas graves, como câncer e disrupção endócrina podem ter origem ocupacional.

É possível encontrar muitos agentes cancerígenos em ambientes de trabalho, por exemplo, amianto, arsênico, benzeno, cádmio, formaldeído, compostos de níquel, certos óleos minerais e pós de certas madeiras duras, entre outros.

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a cada ano, infortúnios ocupacionais matam mais de 2,3 milhões de pessoas; quanto às doenças ocupacionais, ocorrem perto de 160 milhões de novos casos.

Entretanto, a atenção que recebem, por exemplo, de agências internacionais e nacionais, de governos e da mídia, de empresários e de trabalhadores, não está de acordo com sua magnitude e impacto humano, social e econômico.

Além disso, mesmo havendo percepção e aceitação dos riscos e da necessidade de preveni-los, resta o obstáculo da escassez de profissionais competentes nessa área.

É impossível resolver o problema das doenças ocupacionais sem praticar a prevenção primária de riscos nos locais de trabalho, que é justamente o objetivo final da Higiene Ocupacional.

O impacto positivo da prática da Higiene Ocupacional, não só quanto à saúde dos trabalhadores, mas também quanto à proteção ambiental, desenvolvimento sustentável e globalização decente, ainda não foi inteiramente percebido por todos os tomadores de decisão.

Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável

A Higiene Ocupacional, se bem praticada, pode contribuir consideravelmente para a proteção do meio ambiente.

Por exemplo, se um produto químico tóxico for eliminado de um processo de trabalho, ou utilizado com rigoroso controle, não afetará nem a saúde dos trabalhadores nem o meio ambiente e os recursos naturais.

Portanto, a boa prática da Higiene Ocupacional contribui para um desenvolvimento econômico, social e sustentável.

Reconhecimento da Higiene Ocupacional

A Higiene Ocupacional como ciência praticada profissionalmente foi reconhecida oficialmente no Brasil, em agosto de 2014, graças à sua inclusão na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO).

No Brasil, a Norma Regulamentadora NR-9 do Ministério do Trabalho e Emprego – que requer que os locais de trabalho tenham um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) existe há muito tempo, exigindo competências de uma especialidade que oficialmente não existe.

O resultado desastroso dessa situação paradoxal tem sido o desvirtuamento do PPRA que, em vez de um programa abrangente, eficaz e sustentável de prevenção, em muitos casos, se resume a um simples laudo enumerando problemas sem dar soluções; também ocorre que riscos importantes não são sequer mencionados.

A falta de profissionais competentes tem contribuído para essa situação. Esse é apenas um exemplo, pois outras Normas também exigem, para sua correta aplicação, conhecimentos de Higiene Ocupacional.

Alguns cuidados a empresa:

  • • Exame médico ao trabalhador no momento da admissão
  • • Exames periódicos
  • • Exames ocasionais
  • • Ter em conta os possíveis riscos que possam surgir na empresa e proteger os seus trabalhadores

Caso o funcionário recusa a usar equipamentos?

higiene ocupacional, higiene do trabalho

Na segurança do trabalho também é importante que a empresa forneça máquinas adequadas, em perfeito estado de uso e de preferência com um sistema de travas de segurança.

É fundamental que as empresas treinem os funcionários e os alertem em relação aos riscos que máquinas podem significar no dia a dia.

Caso algum funcionário apresente algum problema de saúde mais tarde ou sofra algum acidente, a responsabilidade será toda da empresa por não ter obrigado o funcionário a seguir os procedimentos adequados de segurança.

Caso o funcionário se recuse a usar os equipamentos que o protegerão de possíveis acidentes, a organização poderá demiti-lo por justa causa.

Riscos ocupacionais na enfermagem

higiene ocupacional, higiene do trabalho

O conjunto de fatores, também conhecido como RO, favorece o acontecimento de acidentes, sofrimentos e doenças prejudicando a saúde dos trabalhadores pela exposição ocupacional aos agentes que lhe são prejudiciais (BULHÕES, 1994; MARZIALE, 1995; LOPES, et al, 1996).

Os fatores de riscos químicos, físicos, biológicos, psicossociais e as situações antiergonômicos são considerados os principais responsáveis pelas situações insalubres, as quais os profissionais de enfermagem encontram-se expostos (BORSOI e CODO, 1995).

Em relação aos trabalhadores da área de saúde, desde a década de 80, os vinculados à área assistencial foram motivados pelo surgimento da epidemia da AIDS, a iniciar a discussão sobre os RO relacionados com suas atividades profissionais.

Esse tema também surgiu nos anos 90 entre os profissionais que lidam com controle da tuberculose, devido ao enfoque dado à doença com risco de transmissão hospitalar (BEJGEL e BARROSO, 2001).

Ainda que exista legislação prevendo a proteção à saúde do trabalhador através de um ambiente de trabalho seguro, existe a insalubridade no ambiente de trabalho hospitalar (PIRES, 2000).

Segundo Pires (2000) a incorporação e utilização de novos equipamentos modificam o processo de trabalho da enfermagem, aumentou a pressão sobre o trabalhador no desempenho de algumas atividades e exigiu mais capacidade mental e psíquica, além de muitas vezes força muscular.

O fato de ter como objeto de trabalho o corpo do indivíduo doente, que sofre, que sente dor e morre, envolve os trabalhadores de enfermagem numa situação causadora de ansiedade, tensão e sofrimento, potencializando as cargas psíquicas decorrentes do ambiente hospitalar (SILVA, 1998).

Para Bulhões (1994) a permanência contínua neste tipo de ambiente pode tornar-se fonte de risco profissional, em especial, do estresse, que pode levar a sérios acidentes e/ou doenças ocupacionais.

O processo de enfermagem dentro da saúde do trabalhador consiste em promoção de cuidados e proteção aos trabalhadores, torná-los conscientes dos riscos a que estão expostos e fazer com que participem do seu autocuidado. Com isso pretende-se minimizar os RO ( BULHÕES,1994).

No Brasil, o Ministério da Saúde (BRASIL, 1995), através da publicação “Segurança no Ambiente Hospitalar”, considera um arsenal de variáveis que podem interferir na saúde dos trabalhadores destas Instituições, classificando os RO em: físicos, químicos, biológicos e mecânicos.

A referida publicação aponta, também, conceitos gerais para o desenvolvimento de uma nova política peculiar na área de segurança em instituições hospitalares, contemplando orientações aos trabalhadores que culminam em ações protetoras a eles mesmos, aos usuários dos serviços e aos visitantes.

Digno de nota é que os riscos nas unidades hospitalares são decorrentes, de maneira especial, da assistência direta prestada pelos profissionais de saúde a pacientes em diversos graus de gravidade, assistência esta que implica no manuseio de equipamentos pesados e materiais perfurantes e/ou cortantes muitas vezes contaminados por sangue e outros fluidos corporais, na responsabilidade pelo preparo e administração de medicamentos e quimioterápicos, no descarte de materiais contaminados no lixo hospitalar, nas relações interpessoais de trabalho e produção, no trabalho em turnos, no trabalho predominantemente feminino, nos baixos salários, na tensão emocional advinda do convívio com a dor, o sofrimento e, muitas vezes, da perda da vida, entre outros (BULHÕES 1994; BARBOSA, 1989).

É importante ressaltar que os acidentes de trabalho, decorrentes da exposição à materiais biológicos, tão corriqueiros no dia a dia das unidades hospitalares, constituem-se preocupação de todos os profissionais expostos aos fatores de riscos decorrentes do contato direto ou indireto com sangue e outros fluidos corporais, especialmente no que se refere à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) e à hepatite B ou C, doenças cujos agravos trazem consequências bastante nocivas à saúde dos trabalhadores (ROWE e GIUFFRE, 1991).

Barbosa (1989) discorrendo a respeito de riscos advindos do trabalho e que atingem os profissionais que atuam em unidades hospitalares, aborda os riscos físicos tais como aqueles provenientes da eletricidade, dos pisos escorregadios, ruídos, umidade, calor, má iluminação, radiações, ventilação inadequada.

Quanto aos riscos ergonômicos a autora destaca os riscos de fadiga psíquica, física e o trabalho noturno. Associa, ainda, estes fatores como causa ou consequência de outros, como gastrites, úlceras, dores variadas, palpitações, agravamento da hipertensão arterial, transtornos de personalidade, entre muitos outros.

Os trabalhadores de enfermagem, durante a assistência ao paciente, estão expostos a inúmeros RO causados por fatores químicos, físicos, mecânicos, biológicos, ergonômicos e psicossociais, que podem ocasionar doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.

O contingente de trabalhadores de enfermagem, particularmente o que está inserido no contexto hospitalar, permanece 24 horas junto ao paciente, em sua grande maioria executa o “cuidar” dentro da perspectiva do “fazer” e, consequente, expõe-se a vários riscos, podendo adquirir doenças ocupacionais e do trabalho, além de lesões em decorrência dos acidentes de trabalho (BULHÕES, 1994).

Os riscos químicos referem-se ao manuseio de gases e vapores anestésicos, antissépticos e esterilizantes, drogas citostáticas, entre outros.

A exposição aos riscos químicos está relacionada com a área de atuação do trabalhador, com o tipo de produto químico e tempo de contato, além da concentração do produto.

Isso pode ocasionar sensibilização alérgica, aumento da atividade mutagênica e até esterilidade (JANSEN, 1997).

Os riscos físicos referem-se à temperatura ambiental (elevada nas áreas de esterilização e baixa em centro cirúrgico), radiação ionizante, ruídos e iluminação em níveis inadequados e exposição do trabalhador a incêndios e choques elétricos (MARZIALE, 1995).

Dentre os riscos psicossociais, está a sobrecarga advinda do contato com o sofrimento de pacientes, com a dor e a morte, o trabalho noturno, rodízios de turno, ritmo de trabalho, realização de tarefas múltiplas, fragmentadas e repetitivas, o que pode levar à depressão, insônia, suicídio, tabagismo, consumo de álcool e drogas e fadiga mental (Estryn-Behar,1996).

Dentre os riscos mecânicos, estão as lesões causadas pela manipulação de objetos cortantes e penetrantes e as quedas.

O frequente levantamento de peso para movimentação e transporte de pacientes e equipamentos, a postura inadequada e flexões de coluna vertebral em atividades de organização e assistência podem causar problemas à saúde do trabalhador, tais como fraturas, lombalgias e varizes.

Tais fatores causais estão relacionados a agentes ergonômicos (SILVA, 1998).

Quanto aos riscos biológicos, eles se referem ao contato do trabalhador com microrganismos (principalmente vírus e bactérias) ou material infecto contagiante, os quais podem causar doenças como: tuberculose, hepatite, rubéola, herpes, escabiose e AIDS (JANSEN, 1997).

O contato com microrganismos patológicos oriundo de acidentes ocasionados pela manipulação de material perfuro cortante, ocorre, com grande frequência, na execução do trabalho de enfermagem.

A exposição ocupacional por material biológico é entendida como a possibilidade de contato com sangue e fluidos orgânicos no ambiente de trabalho, e as formas de exposição incluem inoculação percutânea, por intermédio de agulhas ou objetos cortantes, e o contato direto com pele e/ou mucosas.

O maior risco para os trabalhadores da área da saúde é o acidente com material perfuro cortante, que expõe os profissionais a microrganismos patogênicos, sendo a hepatite B a doença de maior incidência entre esses trabalhadores (FIGUEIREDO, 1992).

E para finalizar, mais links sobre o assunto:



Referências

D Proteção Engenharia e Consultoria. Higiene do Trabalho. Disponível em: http://www.dprotecao.com.br/portfolio/higiene-do-trabalho/. Acesso em 17 de setembro de 2016.
Portal Educação. A importância da higiene do trabalho. Disponível em: http://www.portaleducacao.com.br/administracao/artigos/36900/a-importancia-da-higiene-do-trabalho. Acesso em 17 de setembro de 2016.
Segurança e medicina do trabalho – Editora Atlas S/A- 61ª edição – 2007.
Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais. Higiene Ocupacional: importância, reconhecimento e desenvolvimento. Disponível em: http://www.abho.org.br/wp-content/uploads/2014/02/higieneocupacional_berenice.pdf. Acesso em 17 de setembro de 2016.
Expresso Emprego PT. Saúde e higiene no trabalho. Disponível em: http://expressoemprego.pt/carreiras/saude-e-higiene-no-trabalho/4722. Acesso em 18 de setembro de 2016.
Administradores. Higiene no trabalho. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/higiene-e-seguranca-no-trabalho/26243/. Acesso em 18 de setembro de 2016.
Ebah. Os riscos ocupacionais da equipe de enfermagem no ambiente hospitalar. Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAJ3EAB/os-riscos-ocupacionais-equipe-enfermagem-no-ambito-hospitalar. Acesso em 18 de setembro de 2016.
ARENDT, E. S. Uma história de “crises de nervos”: saúde mental e trabalho. In: Buschinelli JTP, Rocha E, Rigotto RM. organizador. Isto é trabalho de gente? vida, doença e trabalho no Brasil. São Paulo: Vozes; 1993. p. 609-35.
BARBOSA, A. Riscos ocupacionais em hospitais: um desafio aos profissionais da área de saúde ocupacional. 1989. 126f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Enfermagem) – Faculdade de Enfermagem, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.
BEJGEJ,I.; BARROSO, W. J. O trabalho do setor saúde, a legislação e seus direitos sociais. Bol. Pneumol. Sanit., v.9, nº2, jul./dez. 2001.
BORSOI, I. C. F.; CODO, W. Enfermagem, trabalho e cuidado. In: CODO, W; SAMPAIO, J. J. C. Sofrimento psíquico nas organizações. Petrópolis: Vozes, 1995.
BURGUESS, A. Riscos ocupacionais em hospitais: um desafio aos profissionais da área de saúde ocupacional. [dissertação] Florianópolis (SC): Departamento de Enfermagem daUFSC;1997.
BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, D: Senado, 2002.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência a Saúde. Segurança no ambiente hospitalar. Brasília: Secretaria de Assistência a Saúde, 1995.
ESTRYN-BEHAR, M. Ergonomia hospitalar: teoria e prática. 7º Encontro Nacional de Enfermagem do Trabalho,1996 agosto;Rio de Janeiro, Brasil, 1996. p. 96-105.
FERREIRA, MG. Conceito de Saúde. Epidemiologia: Teoria e Prática. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan; 2001 p. 30.
FERRAZ, F. R. Estudo da fadiga mental em enfermeiras atuante sem instituição hospitalar com esquema de trabalho em turnos alternantes [dissertação]. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo; 1997.
FIGUEIREDO RM. Opinião dos servidores de um hospital escola a respeito de acidentes com material perfurocortante na cidade de Campinas-SP. Rev Bras Saúde Ocupacional 1992 jul/dez; 20(76):26-3.
HAAG, G. S. A. A Enfermagem e a saúde dos trabalhadores. 2ª Ed. Goiânia: AB, 2001.
JAPIASSU, D. ; MARCONDES, A. A estrutura objetiva do trabalho em saúde. In: COCCO MT, organizador. Processo de trabalho em saúde: organização e subjetividade, Florianópolis (SC): Programa de Pós Graduação em Enfermagem/ UFSC – Ed. Papa-Livros; 1993. [s.p.].
JANSEN, AC. Um novo olhar para os acidentes de trabalho na enfermagem: a questão do ensino. [dissertação]. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP; 1997.
LAURELL, A. C.; NORIEGA, M. Processo de produção e saúde: trabalho e desgaste operário. São Paulo: HUCITEC, 1989.
LEOPARDI et al. Reestruturação produtiva e o setor saúde: trabalhadores de enfermagem em saúde coletiva. 1999. Tese (Doutorado) – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1997.
LOPES,R; MEYER,M. B.; WALDOW, S. Estudo sobre acidentes de trabalho ocorridos com trabalhadores de Enfermagem de um hospital de ensino. [dissertação]. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP,1996.
MARZIALE, M. H. P; ROBAZZI, P.M. Enfermeiros apontam as inadequadas condições de trabalho como responsáveis pela deterioração da qualidade da assistência de enfermagem. Ribeirão Preto, v.9, n.3, 1999.
MARZIALE, MHP, Carvalho EC. Condições ergonômicas do trabalho da equipe de enfermagem em unidade de internação de cardiologia. Rev. Latino-am Enfermagem 1995 jan; 6(1):9-117.
MENDES, R. & DIAS, E. C., 1996. Da medicina do trabalho à saúde do trabalhador. Revista de Saúde Pública, 25:341-349.
MENDES, R.; DIAS, E. C. Saúde dos trabalhadores. In: ROUQUAYROL, M. Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e saúde. Rio de Janeiro: MEDSI, 1999. p. 431–458.
MENDES, R. Conceito de Patologia do Trabalho. In: Patologia do trabalho. 2ª ed. São Paulo: Ed.Atheneu; 2003. cap. 2, v. 1 p.48.
PIRES, D. Hegemonia médica na saúde e a enfermagem. São Paulo: Cortez, 2000.
ROCHA, E. M. L.; PIRES M. J. ; Menezes GM. Saúde e trabalho de mulheres profissionais de enfermagem em um hospital público de Salvador, Bahia. Rev Bras Enfermagem 1993 julho/ dezembro; 46(3/4): 245-57.
ROWE, M. C & GUIFFRE, M. B. Conceitos Básicos para uma Engenharia do Trabalho, ou seja, uma Ergonomia Contemporânea. Rio de Janeiro: Grupo de Engenharia do Trabalho e Ergonomia/ Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia/ Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1991.

 

 

Se você gostou desse artigo, clique em algum dos ícones de compartilhamento abaixo para ajudar a divulgá-lo.
:)

Contato

Diego Lopes

Técnico em Enfermagem em Site
Formado em Técnico em Enfermagem com eixo tecnológico em ambiente e saúde.
Qualificação profissional em APH - Atendimento Pré-Hospitalar na qualidade de aluno.
Certificado de Honra ao mérito do Coren-RS como aluno que apresentou o melhor desempenho no curso.
Escritor nas horas vagas e fundador do site www.tecnicoemenfermagem.net.br.
Contato

Últimos posts por Diego Lopes (exibir todos)

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *