Brucelose



O que é Brucelose?

A Brucelose é uma doença que pode ser transmitida dos humanos para os animais e vice-versa. Acontece após sofrer infecção da bactéria (principalmente a Brucella)  que desenvolve a enfermidade.

São bactérias em forma de bastonetes (bacilos), aeróbios, Gram-negativas, encapsuladas, sem esporos, parasitas intracelulares (facultativas) , imóveis, preferem articulações, trato reprodutivo e sistema mononuclear fagocitário.

Essas bactérias patogênicas acometem normalmente animais como cervo, carneiro, bovinos, bode, mamíferos marinhos, caninos, suínos, dentre outros. E por isso, é possível adquirir a doença ao consumir leite ou seus derivados.

Caso o leite esteja contaminado, o queijo é entre todos os alimentos o que apresenta maior risco.

Tem sido uma doença em permanente evolução desde 1886, quando foi identificada a espécie B, melitensis por Bruce (1855 – 1931).

Sabemos que atualmente existem diversas espécies como, por exemplo: Brucella suis, Brucella melitensis, Brucella canis, Brucella abortus.

 

Sinonímia

É uma enfermidade que possui diversos sinônimos que derivam das regiões geográficas em que ela se manifesta. Como exemplos, temos: febre de Chipre, a febre do Mediterrâneo, Febre Danúbio, tifoide intermitente, febre ondulante, febre tifoide, febre tifomalarial, febre de Malta (Melitococia), Febre de Constantinopla, febre de Gibraltar, Doença das Mil Faces e Febre de Chipre.

 

O que se sente?

brucelose ou febre de malta

Ao término da incubação, o paciente pode sentir sintomas que lembram muito a gripe (febre intermitente, dor de cabeça, artralgias, mal-estar, dor nas costas, mialgia, sudorese, calafrios, fadiga muscular, emagrecimento,  inapetência, até dores no abdômen, êmese e diarreia.

Em casos graves, pode atingir os rins, fígado, endocardite, hipotensão, meningite, tremor, osteomielite, aparecimento de alergias, artrite, mudança na memória e no humor.

Os clientes que estão em recuperação desta doença possuem resistência a novas crises subsequentes.

A Brucelose pode manifestar sintomas crônicos. Entre eles estão: dor nas articulações, febre e fadiga.

 

Como se adquire

brucelose ou febre de malta

A B. melitensis necessita de 10 a 100 bactérias para iniciar uma infecção, ou seja, é uma carga bacteriana muito ínfima para prejudicar o hospedeiro.

Veja agora com a transmissão acontece na maioria das vezes:

  • • contato com material contaminado (sangue, urina, secreções, fetos abortados, restos placentários) com a conjuntiva ou pele lesionada;
  • • ingestão de produtos contaminados (sobretudo lácteos não pasteurizados (inclusive queijos), carne, medula óssea e vísceras malcozidas);
  • • inalação de bactérias – aerossolização (limpeza de estábulos, movimentação do gado, procedimentos em abatedouros ou laboratórios);
  • • inoculação – acidental durante a vacinação dos animais;
  • • entre pessoas – são casos mais raros (sexual, amamentação, transplante de medula óssea e transfusão de sangue). Existem poucos dados sobre este assunto.

Quando os ruminantes (bovinos, caprinos e ovinos) são infectados, consequentemente o leite ficará contaminado pela bactéria. Para que a transmissão não ocorra aos humanos é necessário que ele seja pasteurizado.

A forma de contágio mais corriqueira é por inalação ou ingestão de aerossóis de secreções contaminadas. Existe também por contato direto em feridas nas mucosas (nasal, genital e conjuntiva) e pele em animais infectados. E claro, com produtos lácteos e carnes contaminadas.

A contaminação por abrasões na pele é um empecilho para trabalhadores que lidam nos matadouros e veterinários.

Existe um período de encubação de até 60 dias e assim, mesmo infectado o paciente não apresentará sintomas.

A Brucella sp é inativada por desinfetantes comuns ou calor. Todavia, no solo úmido e na água, permanece infectante por pelo menos 10 semanas.

 

Etiologia

Em um resumo, baseando-se no que já falamos neste artigo: a brucelose é causada por espécies de bactérias (Brucellae sp.), cocobacilos de gram-negativo não formadores de cápsulas, flagelos ou esporos. Como preferência elegem órgãos que possuem grandes quantidades de macrófagos (pulmão, fígado, medula óssea, baço e membrana sinovial).

Já existem novas espécies catalogadas reconhecidas de Brucella. Destas, quatro são patogênicas aos humanos (Brucella melitensis, biotipos 1 e 3; Brucella suis, biotipos 1 e 5; Brucella abortus, biotipos 1, 6 e 9; Brucella canis.)

 

A transmissão ocorre entre humanos?

Os casos de contaminação são atípicos mas possíveis como a amamentação, por via sexual e por  transplante de tecido contaminado.

 

Sobre o diagnóstico

diagnostico

Uma das formas de diagnosticar é por análise sanguínea ou com amostras da medula óssea. A sorologia identifica os anticorpos e pode ser usada com recurso visto que a manifestação da enfermidade é lenta no paciente.

Exames realizados em laboratórios são importantíssimos para identificação e diagnóstico desta enfermidade.

Ao localizar a bactéria nas amostras de sangue ou medula óssea teremos a confirmação do diagnóstico.

Caso resolva-se usar o método de teste de sangue, será necessário a coleta de duas amostras que devem ser retiradas em um intervalo de 14 dias.

Quando no organismo, este agente etiológico é fagocitado pelos macrófagos, que são células de defesa, sobrevivendo em seu interior, sendo carregados para os tecidos linfoides.

Existe a tentativa de isolar esta bactéria para evitar danos ao organismo. Esta tentativa é a formação de um granuloma em sua volta para evitar a disseminação. Ocorre que, em algumas vezes, essa defesa não funciona corretamente, ocasionando  uma multiplicação e ataques mais agudos no cliente que já está crônico.

 



Como é feito o tratamento da Brucelose

brucelose ou febre de malta

O tratamento abrange o uso de antibióticos e dependendo da duração e da gravidade; a recuperação pode durar de algumas semanas a vários meses. Já mortalidade felizmente é baixa (<2%), e é geralmente associada com endocardite (infecção na camada que reveste o coração).

Durante esse período não existem dietas ou outros cuidados que o paciente precise seguir. Apenas as mulheres devem se atentar a uma possível gestação, que neste período de tratamento da doença, deve ser informada ao médico, pois os fortes medicamentos podem prejudicar a saúde do feto.

Com exceção dessa atenção, exclusiva para mulheres, o tratamento dispensa quaisquer outras ações de atenção.

Medidas Gerais: repouso no leito; alimentação de fácil ingestão, hipercalórica e rica em proteínas; correção do desequilíbrio hidroeletrolítico; tratamento sintomatológico [antitérmicos e antiálgicos]; apoio psicológico. Pesquisar brucelose no domicílio do paciente (pessoas que habitam o mesmo teto).

Acompanhamento Ambulatorial: Semana 1: Verificação da adesão ao tratamento; Semana 2: Avaliação clínica, ausência ou presença dos sinais/ sintomas; exames complementares: hemograma, creatinina, ureia, ALT (Alanina aminotransferase), AST (Aspartato aminotransferase), VHS (Velocidade de hemossedimentação) e proteína C reativa; Semana 4: Avaliação clínica, ausência ou presença dos sinais/ sintomas; Semana 8: Avaliação clínica, exames complementares: hemograma, creatinina, ureia, ALT, AST, VHS e proteína C reativa; Semana 12: Avaliação clínica, exames complementares: hemograma, VHS e proteína C reativa; Mês 6: Avaliação clínica, exames complementares: hemograma, VHS e proteína C reativa; Mês 12: Avaliação clínica; Mês 18: Avaliação clínica; Mês 24: Avaliação clínica, alta.

Definição de cura: Paciente que não preencha os critérios de falha e recaída.

Definição de falha: Sintomas ou sinais persistentes após 4 semanas de tratamento.

Rosa Bengala nos casos suspeitos. Nos casos em que o exame Rosa Bengala for positivo, solicitar o exame laboratorial de confirmação da enfermidade – ELISA (IGM, IGG) para Brucelose.


Para baixar:

Exemplo de ficha clínica (Brucelose Humana)

Grátis

 

Separamos um vídeo sobre o assunto:

 

Como prevenir

Reter um cuidado especial aos alimentos ingeridos que provenham do leite e que exista pelo menos uma desconfiança de que não foi pasteurizado é uma excelente forma de prevenção desta doença.

No mais, não existem cuidados, dicas ou alimentação que possa agir de forma preventiva com relação a infecção que causa a brucelose.

Ficar atento aos sintomas, principalmente se houve contato com situações de risco é um meio de poder identificar de forma mais rápida.

Ela tem cura.

Mas não há vacina disponível para a brucelose.

Doença do trabalho: Classificada como doenças infecciosas e parasitárias, doença do trabalho, Schilling Tipo I pelo Decreto nº 6.957, 09/09/2009.

É obrigatória a emissão pelo médico assistente a Comunicação de Acidente de Trabalho [CAT] ao INSS em trabalhadores de abatedouros, frigoríficos, manipulação de produtos de carne; ordenha e fabricação de laticínios, veterinários, vacinadores, trabalhadores rurais e atividades assemelhadas.

Notificação compulsória: É agravo de notificação compulsória em certas regiões do país.

 

Manejo dos Pacientes

Ter precauções com o material de drenagens e secreções. Realizar a desinfecção concorrente das secreções purulentas. Investigar os contatos para tratamento e controle. Investigar as fontes de infecção para adoção de medidas de prevenção.

Em situações de epidemia, investigar fontes de contaminação comum, que, em geral, são os produtos de origem animal contaminados, principalmente leite e derivados não pasteurizados, esterilizados ou fervidos. Confiscar os alimentos suspeitos até que sejam instituídas as medidas de prevenção definitivas.

Em laboratórios, observar o cumprimento das normas de biossegurança, incluindo o uso correto dos equipamentos de proteção individual.

 

Meu cão foi diagnosticado com brucelose. Há risco para mim?

brucelose ou febre de malta

Nos cães, causa problemas relacionados aos órgãos reprodutores, gerando aborto, esterilidade, inflamação dos testículos e epidídimo, ocasionando a interrupção da reprodução animal. E como o ser humano possui um contato muito próximo com cães, a doença pode se estabelecer no homem causando infecções.

 

Breve histórico da doença

  • 1859 – Reconhecida por Marston que contraiu a doença em Malta
  • 1879 – Wright e Smith – Teste Sorológico – Soro aglutinação Lenta em Tubos – SLT
  • 1886 – Sir David Bruce – Ilha de Malta  no Mediterrâneo – Febre de Malta acometia os soldados ingleses. Isolou o agente de baço  dos soldados. – Micrococcus melitensis
  • 1887 – Identificadas pela primeira vez nos bovinos, na Dinamarca por Bang e Stribolt. Foi chamada de Bacillus abortus bovis, foi relacionado com o abortamento infeccioso bovino
  • 1904 – Zammit – isolou o agente do leite de cabras relacionando com a doença humana através da ingestão do leite
  • 1911 – Schroeder e Cotton – Eliminação da bactéria no leite bovino
  • 1913 – Gonçalves Carneiro, relatou, pela primeira vez, um caso de brucelose no homem
  • 1914 – Jacob Traum isolou de um leitão abortado a B. suis
  • 1920 – Mayer e Shaw – criaram o gênero Brucella
  • 1923 – Huddleson – três espécies – melitensis (caprinos), B. abortus (bovinos) , B. suis (suínos)
  • 1925 – Buck – experimentos para primeira vacina B19
  • 1929 – Huddleson – Soro aglutinação Rápida em Placa (SRP)
  • 1953 – Simmons e Hall, na Australia, isolou de carneiros com epididimite um microrganismo idêntico ao isolado na Nova Zelândia
  • 1956 – MB Buddle e Boyes, na Nova Zelândia, isolaram um microrganismo com características semelhantes ao gênero Brucella spp de ovinos com alterações genitais
  • 1957 – Stoenner e Lachman, nos Estados Unidos, isolou a B. neotomae de um roedor do deserto de Utah deniomindo Neotoma lepida
  • 1966 – Liland Carmichael, nos Estados Unidos, isolou a B. canis que posteriormente foi descrita por Carmichael, em 1969
  • 1968 – Brucela canis (canídeos)
  • 1977 – Um levantamento nacional (Brasil) estimou a prevalência para cada região do país. Neste estudo a região Norte obteve uma prevalência de 4,1%; a região Nordeste com 2,5%; a região Centro-Oeste com 6,8%; Sudeste com 7,5% e região Sul com 4%
  • 1994 – Ross e colaboradores, na Escócia, isolaram e identificaram de penípedes (focas) uma nova espécie do gênero Brucellas. Em 2007, os novos isolados foram incluídos no gênero Brucella como o nome de B. pinnipedialis (Foster et al. 2007). Ewalt e colaboradores, nos Estados Unidos, isolou de um cetáceo (golfinho) capturado. Mais tarde, esses isolados foram incluídos no gênero Brucella com o nome de B. ceti (Foster et al. 2007)
  • 2001 – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) instituiu o Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose (PNCEBT) que definiu estratégias no controle da brucelose bovina no Brasil (Instrução Normativa 2004)
  • 2008 – Barun Kumar De e colaboradores, nos Estados Unidos (Oregon), descreveram as características microbiológicas, bioquímicas e moleculares de uma cepa/linhagem de Brucella incomum (BO1) isolada de uma prótese de seio (silicone) de uma senhora com 71 anos de idade com sinais clínicos compatíveis com brucelose
  • 2009 – Natalia E. Schlabritz-Loutsevitch e colaboradores, nos Estados Unidos (Texas), descreveram e relataram, pela primeira vez, um novo isolado de Brucella associado a dois casos de morte neonatal em primatas (babuínos).

 

Sensibilidade da Brucella

Desinfetantes

  • • Álcool
  • • Hipoclorito de sódio
  • • Fenol
  • • Formol

Temperatura

  • • Pasteurização lenta – 62,8 a 65,6 º C / 30 min
  • • Pasteurização rápida – 71,1 º C / 15 seg.

 

Cuidados de enfermagem ao paciente com Brucelose

A precaução baseada em transmissão neste casa deve ser a padrão, ou seja:

  • • Lave as mãos com água e sabonete antes e após o contato com o paciente, após a remoção das luvas e após o contato com sangue ou secreções.
  • • Se as mãos não estiverem visivelmente sujas, friccione-as com álcool 70% antes e após o contato com qualquer superfície ou paciente.
  • • Use luvas apenas quando houver risco de contato com sangue, secreções ou membranas mucosas. Calce-as imediatamente antes do contato com o paciente e retire-as logo após o uso, higienizando as mãos em seguida. É proibido o uso do mesmo par de luvas entre outros pacientes.
  • • Use óculos, máscara e/ou avental quando houver risco de contato de sangue ou secreções, para proteção da mucosa de olhos, boca, nariz, roupa e superfícies corporais.
  • • Descarte, em recipientes apropriados, seringas e agulhas, sem desconectá-las ou reencapá-las.

 

Referências:

Saúde Medicina. Febre de Malta. Disponível em: <http://www.saudemedicina.com/febre-de-malta/>. Acesso em 16 de outubro de 2016.
Cremero. Brucelose humana: uma endemia urgente? (CID 10 = A23; Z57.8). Disponível em: <http://www.cremero.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21154:brucelose-humana-uma-endemia-emergente-cid-10-a23-z578&catid=46:artigos>. Acesso em 20 de outubro de 2016.
Hospital Universitário Prof. Dr. Polydoro Ernani de São Thiago – HU. Guia básico de precauções, isolamento e medidas de prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde. Disponível em: <http://www.hu.ufsc.br/setores/ccih/wp-content/uploads/sites/16/2014/11/manual_isolamento_2012-13.pdf>. Acesso em 21 de outubro de 2016.
DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS – GUIA DE BOLSO – 8ª edição revista
Diretoria de Vigilância Epidemiológica. Protocolo Estadual de Vigilância e Manejo Clínico. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/conteudos/zoonoses/publicacoes/protocolo-clinico-brucelose-humana.pdf>. Acesso em 17 de outubro de 2016.
ARAGUAIA, Mariana. “Brucelose”; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/doencas/brucelose.htm>. Acesso em 16 de outubro de 2016.
MELDAU, Débora Carvalho. “Brucelose humana”; Info Escola. Disponível em <http://www.infoescola.com/doencas/brucelose-humana/>. Acesso em 17 de outubro de 2016.
RUSSEL, A .D.; YARNYCH, V.S.; KOULIKOVSKII, A .V. Guidelines on disinfection in animal husbandry for prevention and control of zoonotic diseases. Geneve. WHO, 1984, 61 p.
Villar KS; Amaku M; Dias RA; Ferreira Neto JS; Benitez F; Gonçalves VSP; Figueiredo VCF; Lôbo JR; Ferreira F. Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Rondônia. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.61 supl.1 Belo Horizonte nov. 2009
Lawinsky MLJ, Ohara PM, Elkhoury MR, Faria NC, Cavalcante KRLJ.Estado da arte da brucelose em humanos. Rev Pan-Amaz Saude 2010; 1(4):75-84
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Doenças Infecciosas e Parasitárias : guia de bolso. 8 ed. Ver. – Brasília. Ministério da Saúde. 2010
Pessegueiro P, Barata C, Correia J. Brucelose: uma revisão sistematizada. Med Interna. 2003;10(2):91-100.
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Doenças infecciosas e parasitárias. 8. ed. Brasília; 2010.p.103-5.
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Gênero Brucella spp. UFRGS. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/labacvet/files/G%C3%AAnero%20Brucella%204-2013-1.pdf>. Acesso em 20 de outubro de 2016.
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Manual Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose – PNCEBT. 2006. 184p.

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